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Atividade física combate insônia, depressão e problemas cardíacos

Atividade física combate insônia, depressão e problemas cardíacos

A prática de atividades físicas é sempre apontada como uma das maneiras de aumentar a qualidade de vida e viver melhor. Não existe uma regra para qual o tipo de exercício mais indicado para ter mais saúde ou até mesmo de quanto tempo você deve gastar em cada treino. Tudo depende, inicialmente, de suas características pessoais e, é claro, do prazer e vontade que você tem de praticar a atividade que escolheu.

O que é importante lembrar sempre é que a prática regular de exercícios físicos (seja todos os dias da semana por alguns minutos ou em dias intercalados por mais tempo) podem mudar completamente a maneira como seu organismo funciona, combatendo quadros clínicos que atingem nosso dia a dia, como a insônia a depressão e as doenças cardiovasculares. Você sabe como isso acontece?

Atividade física X depressão

O controle da depressão acontece com a ajuda da prática de atividades físicas recorrentes. O motivo para qual esse controle aconteça é a melhor relação do corpo com a produção de hormônios do prazer, também chamados de serotonina. Quanto maior sua concentração no organismo, maior a sensação de bem estar e disposição para o dia a dia, invertendo quadros psicológicos encontrados na depressão.

Atividade física X insônia

Você deve estar pensando que a prática de atividades físicas regulares vão te deixar mais despertos e, por isso, você vai enfrentar maior dificuldade para dormir a noite, não é mesmo? Mas é exatamente ao contrário que nosso organismo reage a uma prática de atividades físicas.

O mesmo hormônio do prazer que ajuda no combate à depressão, também age no nosso organismo produzindo uma maior sensação de relaxamento. Quanto mais relaxados estamos, mais fácil é pegar no sono a noite e dormir bem.

Atividades físicas X problemas cardiovasculares

O sedentarismo é o maior vilão para o praticante de atividades físicas. O baixo estímulo para os sistemas corporais fazem com que o funcionamento de toda a atividade cardiovascular se torne menos eficiente, aumentando os riscos de problemas como infarto, derrames e paradas cardiovasculares.

A prática regular de atividades físicas, com o acompanhamento adequado de um profissional médico, pode ajudar o indivíduo a readaptar seu sistema cardiovascular ao funcionamento adequado, minimizando os riscos de desenvolvimento de doenças relacionadas com o coração e a circulação.

Benefícios para outros aspectos da saúde

A atividade física também atua em benefício de outros aspectos da saúde humana. Ela ajuda a controlar o volume de glicose no sangue, a regularizar o controle de peso, diminuir a concentração de gordura no corpo e até mesmo aumentar a disposição para o dia a dia, nos fazendo sentir menos cansados e mais produtivos.

O que você está esperando para adicionar a atividade física na sua rotina? Marque agora mesmo uma consulta com um especialista do esporte para começar a se exercitar!

A atividade física pode ajudar na depressão, porque quando fazemos exercício, o corpo libera serotonina e outros hormônios de prazer, modulando o humor.

O exercício também diminui a resistência à insulina porque os músculos passam a usar melhor a glicose do sangue, o que é bom para o diabético.

Quem tem osteoporose sente os benefícios da atividade física porque ela aumenta a deposição de cálcio nos ossos, podendo reverter a osteoporose para osteopenia.

O exercício também é uma forma de tratar as doenças do coração, como explicou o fisiologista Carlos Eduardo Negrão. Entretanto, o paciente não deve esquecer de tomar o remédio. A atividade física previne também os fatores de risco da doença cardíaca, como hipertensão, diabetes e obesidade.

Antes de iniciar a atividade física é importante fazer uma avaliação médica. Os exercícios melhoram a circulação e pressão arterial, o batimento cardíaco e a musculatura. No cardíaco, ela alivia o trabalho do coração, melhora a qualidade de vida, aumenta a capacidade de se exercitar, diminui o cansaço, melhora o sono e diminui a chance de um novo infarto.